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segunda-feira, 2 de março de 2009

power point sobre ARTE PALEOCRISTÃ e ESTILO TRIUNFAL

Copia os nomes dos ficheiros e acede pelo google:
arte paleocristã
http://www.mediafire.com/file/timmkcxum2x/power point arte paleocrista.ppt
http://www.mediafire.com/file/timmkcxum2x/power point arte paleocrista.ppt

estilo triunfal
http://www.mediafire.com/download.php?yzxznwyduok

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

VISITA O PANTEÃO DE ROMA (A "3D)"

Visita a 3d o panteão de Roma:

http://www.arounder.eu/pantheon/pantheon.html

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Arte e propaganda nos baixos-relevos romanos


Arte e propaganda andaram sempre aliadas, desde os primeiros tempos. A propaganda pode ser política, ao serviço dos reis, imperadores e ditadores, ou religiosa, ao serviço do templo, dos sacerdotes e dos monarcas que, muitas vezes eram divinizados.

Em qualquer dos casos, trata-se da arte ao serviço de um poder instituído que se pretende legitimar e perpetuar. As imagens de poder podem ir de uma simples estátua do imperador a um baixo-relevo narrativo, contando uma história de uma batalha ou o diálogo do imperador com os deuses.

O retrato de Trajano, parcialmente representado aqui ao lado, evidencia uma imagem de um homem decidido, poderoso, com o braço direito estendido num gesto de comando. Não é por acaso que aparece vestido com a sua couraça, atributo de chefe militar, a jeito de protector e defensor do estado.

Links úteis:

http://www.serralves.pt/gca/index.php?id=432

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_imperadores_romanos

http://ihc.fcsh.unl.pt/index.php?ID=1536

http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/publiart.htm

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Arte etrusca




A arte etrusca refere-se à arte da antiga civilização da Etrúria localizada na Itália central (actual Toscana) e que teve o seu apogeu artístico entre os século VIII e II a.C..
As origens deste povo, e consequentemente do estilo, remontam aos povos que habitavam a região (ou a partir dela se deslocaram) da Ásia menor durante a Idade do bronze e Idade do ferro, mas também outras culturas influenciaram a sua arte (por proximidade ou contacto comercial), como a grega, fenícia, egípcia, assíria e a oriental. Mas o seu aparente carácter helenistico simples (visto o seu florescimento coincidir com o período arcaico grego) esconde um estilo único e inovador de características muito próprias que viria a influenciar profundamente a arte romana e pela qual estaria já totalmente absorvido no século I a.C..
Até à actualidade muita da herança etrusca se foi perdendo e as peças e vestígios que hoje se conhecem podem dar apenas uma ideia parcial do que seria em plenitude a arte desta civilização. A maior parte do espólio etrusco advém de escavações arqueológicas em necrópoles (Cerveteri, Tarquinia, Populonia, Orvieto, Vetulonia, Norchia) trazendo à luz acima de tudo peças e construções de carácter religioso relacionadas com o culto funerário.


De um modo geral pode-se afirmar que os artistas etruscos eram artesãos de grande habilidade. Executavam peças (estatuária, vasos, espelhos, caixas, etc) de grande qualidade e maestria em terracota, barro, bronze e metal, desenvolviam também peças de joalharia (em ouro, prata e marfim) e uma cerâmica negra (designada Bucchero).


Escavações efectuadas em tumbas subterrâneas revelaram urnas de barro (onde se colocavam os restos mortais) com elementos escultóricos representando elementos anatómicos do falecido (p. ex. tampa em forma de cabeça); bustos (que poderão ter estado na origem dos bustos romanos); esculturas e relevos em sarcófagos onde, numa fase posterior, figuras humanas em tamanho real surgem reclinadas sobre a tampa como se de um leito se tratasse (jacente). Mas aqui, em oposição à escultura grega em pedra, a escultura etrusca toma forma em materiais mais brandos que possibilitam uma modulação mais elástica, fluida e arredondada incutindo nas figuras uma natural espontaneidade.
As câmaras funerárias, que retratam o interior de uma habitação, são de tecto em abóbada ou falsa cúpula e são revestidas de pinturas murais (frescos) retratando cenas mitológicas, do quotidiano e rituais funerários de demarcado carácter bi-dimensional, estilizado (formas delineadas a negro), mas de cores vivas e atmosfera jovial. Numa fase posterior, esta atitude de festividade perante a morte sofre alterações, possivelmente pela influência da arte grega do período clássico, e as figuras (onde passam a integrar também os demónios da morte) ganham uma nova atitude pensativa e de incerteza perante o final da vida.


Além de uma grande variedade de artes decorativas os etruscos desenvolveram também a construção arquitectónica da qual muito pouco sobreviveu. Modelos à escala permitem ter uma ideia do templo religioso (com base de pedra, estrutura de madeira e revestimento em barro na arquitrave e beirais) que em grande parte se assemelharia ao grego simples, mas sem a sua elegância: pelo lado sul e subindo os degraus do podium ganhava-se acesso a um pórtico com duas filas de quatro colunas cada e consequentemente à cella no seu interior.
Construiram também palácios, edifícios públicos, aquedutos, pontes, esgotos, muralhas defensivas e desenvolveram projectos de urbanismo onde a cidade se articulava a partir de um centro resultado da intersecção das duas vias principais (cardo, sentido norte-sul e decumanos, sentido este-oeste).
Também importante de referir é a utilização do arco de volta-perfeita (semi-círculo) a novas tipologias que não sejam as de carácter puramente utilitário, como já tinha acontecido anteriormente na Mesopotâmia, Egipto e naturalmente na Grécia, como em túmulos, outras estruturas subterrâneas ou portas de cidades. Agora, pela primeira vez, o arco surge inserido no vocabulário das ordens arquitectónicas gregas.


Linha temporal
800-650 a.C.: cunho oriental. Devido às trocas culturais entre as civilizações do Mediterrâneo, especialmente a civilização grega, a arte etrusca era semelhante à arte grega.
650-500 a.C.: influência jónica e coríntia. Alto desenvolvimento da pintura.
500-300 a.C.: apogeu; ainda demarcada influência grega. Devido às turbulências internas, a arte se reduz.
300-100 a.C.: fase tardia; absorção romana.

Extraído de: Wikipédia.

Links úteis:



Arquitectura romana



Texto em galego:
Os romanos adoptaron a linguaxe externa da arquitectura grega para os seus propios propósitos, os cales eran tan diferentes dos edificios gregos que acabaron por crear un novo estilo arquitectónico, aínda que os dous estilos son frecuentemente considerados parte da arquitectura clásica.
A diferenza entre a arquitectura grega, e a romana é esencialmente práctica, carente do sentido relixioso que tivo a grega, o carácter militar da arquitectura romana ponse de manifesto no desenvolvemento das urbes, baseadas na organización dun campamento militar, onde os seus eixos principais se cortan en cruz e os secundarios, paralelos a estes, forman unha cuadrícula. No centro está o foro, a praza principal, xeralmente rectangular, arrodeada de pórticos e edificios civís e relixiosos.
A actividade arquitectónica dos romanos caracterízase polo uso e perfeccionamento das técnicas do gregos pero tamén dos etruscos, utilizaron como materiais de construción o tixolo e o morteiro, o que lles permitiu realizar construcións colosais. O arco e a bóveda etrusca foron os sistemas construtivos básicos, combinados coa estrutura adintelada grega.
Os edificos públicos máis importantes no mundo romano eran o teatro, o anfiteatro, as termas, as palestras, o acueduto e o templo. De enorme importancia para a conservación do imperio foi a construción de calzadas e pontes.
Extraído de: Wikipédia.
Links úteis:
http://www.historiadaarte.com.br/arteromana.html
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=42
http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br/ImpRomano/ArteRomana.html
http://www.tecnet.pt/portugal/ref/49129.html
http://www1.ci.uc.pt/iauc/ens/uamr_3s.pdf
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_da_Roma_Antiga

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Aulas power point do 10º ano (cultura do senado)

Links para os power points:
arquitectura romana:
http://docs.google.com/Presentation?id=dgxc939_0g2fp7ncg
escultura romana:
http://docs.google.com/Presentation?docid=dgxc939_47f5cw3xcx#
pintura romana (ATENÇÃO- FOI REMODELADO):

https://docs.google.com/present/edit?id=0AU8WJn7i1JrVZGd4YzkzOV85NGczbmJja2M5&hl=en

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Vitrúvio e a arquitectura romana


Marcos Vitrúvio Polião, em latim Marcus Vitruvius Pollio, foi um engenheiro e arquitecto romano que viveu no séc. I a.C. e deixou como legado a sua obra em dez cadernos, aos quais deu o nome de De Architectura (aprox. de 40 a.C.) que constitui o único tratado europeu do período greco-romano que chegou aos nossos dias e serviu de fonte de inspiração a diversos textos sobre construções, hidráulicas e arquitectónicas desde a época do renascimento. Os seus padrões de proporções e os seus princípios arquitecturais, utilitas, venustas e firmitas (utilidade, beleza e solidez), inauguraram a base da arquitectura clássica. Ver: "Vitrúvio, Tratado de Arquitectura" Tradução do latim para português, introdução e notas por M. Justino Maciel (http://www.istpress.ist.utl.pt/lvitruvio.html )