segunda-feira, 11 de maio de 2009

CANTO GREGORIANO


A música foi desde sempre que a Humanidade existiu um elemento primordial nas actividades e celebrações religiosas. Ajuda os indivíduos a sentirem um clima especial, confere dignidade e magia aos actos litúrgicos. No cristianismo, a música e o canto também ajudam a proferir as orações. O canto gregoriano é precisamente isso, uma oração cantada, em que a palavra é superior à nota musical.
O Papa Gregório (na imagem ao lado) implementou o canto gregoriano no ritual cristão no séc. VI. O canto gregoriano é um género de música vocal monofónica, monódica (com uma só melodia), não acompanhada por música.
As características foram herdadas dos salmos judaicos, assim como dos modos (ou escalas, mais modernamente) gregos.
No teu Manual, na parte 2, tens nas páginas 82 e 83 mais informação sobre este tema, imagens e um mapa histórico com a difusão dos centros de ensino desta música na Europa medieval.

Experimenta pesquisar em sites sobre música medieval e canto gregoriano para conheceres melhor este género musical. Um site onde podes ouvir exemplos de canto gregoriano é:

http://www.christusrex.org/www2/cantgreg/cantos_selec.html
http://www.christusrex.org/www2/cantgreg/cantos_selec.html

sexta-feira, 8 de maio de 2009

POWER POINTS ARTE ROMÂNICA

Acede aos sites com os power points das aula sobre arte e cultura românicas:

Arte paleocristã:
http://www.megaupload.com/?d=CVWDFVQW
Estilo triunfal:
http://www.megaupload.com/?d=VZO3FS4L
Portal da Glória (escultura):
http://www.megaupload.com/?d=N2R338T6
S. Pedro de Rates:
http://www.megaupload.com/?d=0798PADF
Tópicos do românico:
http://www.megaupload.com/?d=XCTSHTSU
Pintura românica:

segunda-feira, 16 de março de 2009

NOVO: Visita cidades importantes na Idade Média

FAZ UMA VISITA VIRTUAL A ALGUMAS CIDADES DE DESTAQUE NA IDADE MÉDIA: VIAJA, SONHA E APRENDE...
ISTAMBUL: http://www.imagensviagens.com/istambul.htm
ASSIS: http://www.imagensviagens.com/assissi.htm
REIMS: http://www.imagensviagens.com/reims.htm
BRUGES: http://www..imagensviagens.com/brugge.htm
ROMA:http://www.imagensviagens.com/roma.htm
ROUEN: http://www.imagensviagens.com/rouen.htm
PARIS: http://www.imagensviagens.com/paris.htm
PRAGA: http://www.imagensviagens.com/praga.htm
VENEZA: http://www..imagensviagens.com/veneza.htm

quarta-feira, 11 de março de 2009

VISITA ESTUDO AO NÚCLEO ARQUEOLÓGICO DO BCP


Núcleo Arqueológico do BCP, na R. dos Correeiros em lisboa (Baixa). Trata-se de um espólio arquitectónico e museológico que remonta à antiguidade e que permite ter uma visão geral da evolução da cidade e dos diversos povos que a habitaram.
O sítio do BCP onde poderás antever a visita é:
http://www.millenniumbcp.pt/pubs/pt/grupobcp/fundacaobcp/nucleoarqueologico/;jsessionid=FMILIFFA51ZC5QFIAMFSFGGAVABQWIY4
Próximo do Arco da Rua Augusta, a ocupar quase por inteiro um quarteirão pombalino da baixa de Lisboa, situa-se o edifício sede do Millennium bcp, com fachada para a Rua Augusta e traseiras para a Rua dos Correeiros. Entre 1991 e 1995, no decorrer das obras de remodelação aí efectuadas, a perfuração do pavimento pôs a descoberto estruturas arqueológicas de civilizações que, ao longo dos tempos, habitaram Lisboa. Neste local podem encontrar-se vestígios dos seguintes períodos:

Período Ibero-Púnico - Ancoradouro seguro, já a partir do século VII a.C. o "sítio de Lisboa" é visitado por mercadores marítimos Fenícios e Cartagineses, na procura de metais preciosos. Com o passar do tempo, as visitas tornaram-se cada vez mais frequentes e as demoras mais prolongadas, o que obrigou, entre os séculos VII e V a.C., a fixar, na margem do esteiro do rio Tejo, presumivelmente as primeiras construções habitacionais.

Período Romano - No esteiro do Tejo, área muito sensível a movimentos tectónicos, como assoreamento, aparecem novas formas de ocupação. A partir do século I d.C. instala-se um importante núcleo de preparados piscícolas, que terá laborado até finais do século IV d.C. . As fábricas eram constituídas por tanques - cetárias - de dimensões diversas, poços e edifícios de apoio às unidades fabris. A área onde se insere o Núcleo destinar-se-ia sobretudo à reparação de conservas de peixe salgado, o que se depreende da dimensão e da presença de ânforas normalmente usadas no transporte do produto. Em plano mais específico, há fortes indícios que levam a concluir, também, da produção de molhos - garum . Outra estrutura que podemos observar trata-se do primeiro mosaico polícromo "in situ" datado do século III d.C. e um complexo de três piscinas.

Período Visigótico - Em 411, os povos, ditos bárbaros, dividem entre si o espaço ibérico, tendo a Lusitânia sido dominada pelos Alanos, seguindo-se os Visigodos e os Suevos. Deste período podemos observar no Núcleo uma sepultura com um corpo no seu interior e que por sua vez se encontram dentro de um tanque romano.

Período Islâmico - No ano de 714, dá-se a ocupação árabe. Lisboa era, nessa época, a plataforma natural de encontro e redistribuição de uma série de vias terrestres já utilizadas pelos Romanos. A estrada do Norte partia da zona portuária do actual Rossio, atravessava os campos e hortas de Alvalade - cujo topónimo é albalat que significa em árabe, caminho - dirigindo-se a Santarém, seguindo depois a Braga. Em relação à sua presença no Núcleo, algumas das estruturas romanas são reutilizadas em novas funções, designadamente silos; aparecem vários artefactos do espólio islâmico, fabricados já com a técnica do vidrado.

Período Medieval - A Lisboa muçulmana, em finais do século XI, era a mais importante do Oriente Ibérico. A exploração do ouro retirado do Mar da Palha e das Minas de Almada é também, uma referência permanente nos autores da época. No entanto, a actividade principal parece ter sido a piscícola, podendo-se ver algumas peças no Núcleo que nos retratam esse facto. Com o início da Reconquista Cristã a partir do norte da Península Ibérica, a cidade de Lisboa, bem como todo o seu território, são conquistados aos Muçulmanos em 1147. A partir do século XIII, a corte passa a residir permanentemente em Lisboa. Deste período, destaque para um magnifíco pichel de origem francesa. Na segunda metade do século XIV, dá-se a expansão urbana da cidade surgindo a "Cerca Fernandina", que integra não só os novos bairros, mas também os bairros de Alfama e Mouraria. Lisboa fica ao nível das cidades mais importantes da Europa, passando a ser a grande impulsionadora do período, que se aproxima, da expansão quinhentista.

Período Quinhentista - Período muito importante para a história da cidade de Lisboa, mantendo-se o movimento de transformações urbanas já iniciado. A cidade prepara-se para responder ao desafio da Expansão com o seu intenso comércio, tornando-se um dos portos mais importantes da Europa. Do período quinhentista vários artefactos existem em exposição, no entanto grande parte ainda se encontra em investigação.

Período Pombalino - O quarteirão pombalino, onde se encontra o Núcleo, insere-se na malha urbana medieval da freguesia de S. Julião, onde se identificaram dois troços de rua dos Carapaceiros e da rua do Chancudo, ruas que subsistiram até ao Terramoto de 1755. O Terramoto do dia 1º de Novembro de 1755 marca o desaparecimento de parte da Lisboa Maneirista e Barroca e dos bairros de tradição árabe-medieval da baixa. O esforço célere de Sebastião José de Carvalho e Melo - Marquês de Pombal - e o seu espírito iluminista permitem que se iniciem rapidamente as demolições, aterros e reconstrução segundo um traçado rectilínio, dando assim uma nova imagem de cidade que se desenvolve a partir de um eixo, marcado pela Rua Augusta e que liga as duas principais praças da cidade - o Rossio e a Praça do Comércio ou Terreiro do Paço. As diferentes actividades são organizadas por rua, segundo um preceito medieval. Ainda hoje subsistem, em certa medida na baixa Pombalina, arruamentos que obedecem a esta primitiva organização.A Baixa Pombalina assenta em terrenos de aluvião, e com o nível freático sempre presente. Desta forma é concebida uma estrutura de estacaria em pinho verde, cravada no nível freático, servindo de embasamento para os alicerces. Pela primeira vez é construída de uma forma sistemática uma rede de esgotos domésticos, dando para o esgoto central sob a rua. Poderão ser vistos exemplos destas inovações no Núcleo Arqueológico. Surge também um sistema anti-sísmico designado por "gaiola", estrutura interior do prédio totalmente construída em madeira de carvalho e azinho.Ao nível das lojas, as salas são abobadadas com tijoleira e pavimentadas com lages em calcário. Embora a vocação da Baixa Pombalina seja o comércio, algumas actividades industriais e oficinais são no entanto reactivadas nesta área da cidade. No núcleo surgiu um forno de tratamento do ferro.
Boa visita!

segunda-feira, 2 de março de 2009

power point sobre ARTE PALEOCRISTÃ e ESTILO TRIUNFAL

Copia os nomes dos ficheiros e acede pelo google:
arte paleocristã
http://www.mediafire.com/file/timmkcxum2x/power point arte paleocrista.ppt
http://www.mediafire.com/file/timmkcxum2x/power point arte paleocrista.ppt

estilo triunfal
http://www.mediafire.com/download.php?yzxznwyduok

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

ARTE PALEOCRISTÃ

Visita os sites sobre:

arte paleocristã e primeiros tempos do cristianismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_paleocrist%C3%A3
arquitectura e decoração
http://www.slideshare.net/Silent/arquitectura-paleocristiana
catacumbas cristãs em Roma
http://www.catacombe.roma.it/indice_br.html