terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

FICHA TRABALHO SOBRE O EXPRESSIONISMO

HCA – 12º ANO

ESAAA – PROF. PEDRO XAVIER

Lê as pp.192-194 do teu manual e responde às questões:

  1. Indica o país e as datas em que se desenvolveu o expressionismo.
  2. Explica por que razão o expressionismo surgiu contra o impressionismo.
  3. Identifica o objectivo principal dos pintores expressionistas.
  4. Identifica os nomes dos quatro filósofos que influenciaram o expressionismo.
  5. Identifica os factores político-sociais que serviram de contexto ao aparecimento do expressionismo.
  6. Indica as datas de vida e morte e a nacionalidade de E. Munch.
  7. Caracteriza, no essencial, a pintura de E. Munch.
  8. Compara as fig.s 26 e 28 em termos de tema, técnica e cor.
  9. Identifica os dois principais grupos expressionistas, respectivos nomes, datas e pintores aderentes.
  10. Sintetiza, em duas ou três linhas, e por tuas próprias palavras, a corrente expressionista.

FICHA TRABALHO SOBRE O INÍCIO DO SÉC. XX: CONTEXTO

INÍCIOS DO SÉC. XX

(pp. 178-181)

1. Na cronologia de História da p. 179 selecciona os eventos de história política de 1905 a 1945.

2. Deles escolhe apenas os 2 mais importantes e justifica a tua opção.

3. Do primeiro parágrafo da p.178, extrai as ideias centrais sobre Paris e os Estados Unidos.

4. Explica os contrastes da sociedade do séc. XX, referidos no segundo parágrafo da p.178.

5. Identifica o significado político das duas grandes guerras, tal como é explicado no segundo parágrafo da p.178.

6. Coloca em lista as novidades e os inventos referidos no último parágrafo da p.178.

7. Com base no primeiro parágrafo da p.180, identifica as potências envolvidas na 1ª Grande Guerra.

8. Identifica as consequências do Tratado de Versalhes para a Alemanha (2º parágrafo da p.180).

9. Refere as consequências económicas e sociais da 1ª Grande Guerra relatadas nos dois últimos parágrafos da p.180.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Teatro grego: controlo político pelo estado ateniense

•O teatro de tragédia na antiga Atenas assumiu um valor ideológico-político e serviu os propósitos das classes dirigentes
•Para além dos desportos, dos rituais cultuais e da arte pública, a tragédia contribuiu para unificar o pensamento grego
•Ao contrário da epopeia homérica, a tragédia dirige-se a um público amplo, mas possui um conteúdo político e uma finalidade educativa
•Já Aristóteles (séc. IV a.C.) afirmou na sua Poética que as personagens das tragédias ”não falam retoricamente mas sim politicamente “
•O estado ateniense tinha interesse em que o maior número possível de cidadãos acedesse à tragédia, facultando ajudas económicas e o abono de jornadas perdidas aquando da realização dos espectáculos
•O estado ateniense encomendava peças, pagava espectáculos e realizava festivais nas Grandes Dionísias. Nomeava ainda os juízes que distribuíam os prémios. Nem todas as peças escritas de tragédia chegavam a ser representadas.
•A tragédia era essencialmente um drama político e assumiu-se como uma interpretação autorizada dos mitos nacionais, ao mesmo tempo que introduzi uma visão pitagórica da democracia
•Várias tragédias narram o valor dos heróis atenienses, a superioridade do estado ateniense e as virtudes da democracia, particularmente as de Ésquilo (525-455 a.C.):
•“Os Persas” (é a mais antiga das tragédias áticas conservadas e venceu o concurso de 472a.C.) serve para amplificar e enaltecer a vitória grega num recente feito histórico (Batalha de Salamina) mas também os nobres valores cívicos dos atenienses que “não conhecem a escravatura e a submissão”;
•“As Euménidas”(venceu o concurso de 458 a.C.) terminam com um canto fervoroso à prosperidade de Atenas;
•“Oresteia”, representada em 458a.C., enaltece a consolidação da democracia, através de uma visão pitagórica que propõe entre os extremismos da aristocracia e dos camponeses desfavorecidos, um compromisso, isto é, a democracia: no fim da história, a criação do tribunal para decidir a sorte de Orestes (que é absolvido) expressa a convicção democrática de elaborar leis escritas como solução aceite por todos.

Bibliografia:
•AAVV História Universal, 4.Grécia, s/l, Eds. Público/Salvat, 2005.
•Boardman, John, Greek Art, s/l, Thames and Hudson, 1973.
•Fialho, Maria do Céu, Os Persas de Ésquilo na Atenas do seu tempo. In http://www4.crb.ucp.pt/biblioteca/Mathesis/Mat13/Mathesis13_209.pdf
•Hauser, Arnold, Historia social de la literatura y del arte,vol.1, 18ªed., Labor, 1983.
•Zschietzschmann, Willy, De l´Olimpe au Forum, panorama des arts grec et romain, Stuggart, Hachette, 1962.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

MATRIZ TESTE 12º ANO: JUNHO DE 2011

Objectivos:
a fazer...
Conteúdos:
Expressionismo Abstracto, Bauhaus, Arquitectura no séc. XX (pioneiros do movimento moderno, funcionalismo e organicismo), o Contexto cultural e político após a 2ª G.M. e os anos 60, Arte Pop, Op Art, Body Art, Minimal Art, Land Art
Estrutura (total do teste - 200 pontos):
I grupo: 10 questões de escolha múltipla (50 pontos)
II grupo: 2 questões de resposta curta e 1 de resposta de desenvolvimento (75 pontos)
III grupo: (Dois blocos de temas à escolha c/ pontuação igual) - 1 questão de resposta curta, 1 de resposta média e 1 de desenvolvimento (75 pontos)

Material de estudo mínimo:
Caderno diário, blog do professor, manual e livro de Martin Kemp

domingo, 17 de outubro de 2010

MATRIZ DOS TESTES DO 10º ANO: JUNHO 2011

Objectivos:

Conteúdos:
MÓDULO III" A CULTURA DO MOSTEIRO": escultura românica e o portal da Glória; pintura românica (mural e iluminura). Islamismo e arte islâmica
Estrutura do teste (200 pontos/20 valores):
I grupo: texto e imagem; 1 questão de resposta curta e 1 questão de resposta de desenvolvimento. (50 pontos)
II grupo: 1 texto e 1 imagem; 2 questões de resposta curta e 2 questões de desenvolvimento médio (70 pontos)
III grupo: texto e 1 imagem; 5 questões de resposta curta e 1 questão de médio desenvolvimento (80 pontos)

Material de estudo:
Blog do professor, manual; caderno diário do aluno, livro de Martin Kemp (pp. ...) e livros "Como reconhecer a Arte Românica" e "Como reconhecer a arte islâmica" das Edições 70.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

REVISÕES PARA O EXAME: PPT'S

Acede aos ppt:
Módulos 1 e 2
http://www.4shared.com/document/EhYHoFlV/Revises_gerais_mods1_e_2.html
Módulo 3
http://www.4shared.com/document/7SwnyuMb/Revises_gerais_mod3.html
Módulo 4
http://www.4shared.com/document/xZZjPF11/Revises_gerais_mod4.html
Módulo 5
http://www.4shared.com/document/pU-9yEIH/Revises_gerais_mod5.html
Módulo 6
http://www.4shared.com/document/IEQdu5Jq/Revises_gerais_mod6.html

quarta-feira, 26 de maio de 2010

PLAY TIME DE JACQUES TATI : ANÁLISE DO FILME

Eis o resumo do filme, que visionámos na aula, feito pelo João Nota do 12º F:

Realizado em 1967, por Jacques Tati, Playtime – Vida Moderna mostra, num subúrbio de Paris, uma sociedade obcecada com tudo o que é moderno e tecnológico. Através de duas personagens principais (Barbara e Sr. Hulot) que se movem por ambientes muito semelhantes entre si (aeroportos, hotéis, restaurantes, escritórios, etc.), Tati retrata de forma caricatural os homens e mulheres modernos. Estes vivem num constante ambiente estereotipado, de prédios de aço, betão e vidro; vivem para consumir e ficam fascinados com objectos “tecnológicos” que não passam de tralha: escovas de soalho com faróis incorporados, candeeiros de mesa/dispensadores de cigarros, tudo o que de mais inútil se possa imaginar, até portas que não fazem barulho ao fechar!

É nesta homogeneização da sociedade, onde todos têm casas iguais, carros iguais e roupas iguais, que os já referidos Barbara e Sr. Hulot, se comportam como radicais. O Sr. Hulot, com as suas calças demasiado curtas e o guarda-chuva sempre presente, não compreende a tecnologia e vê-a como um entrave à comunicação entre seres humanos. Para além disto, devido à sua constante distracção, perde-se dentro, e por entre, os edifícios de design minimalista. Barbara, uma turista americana em excursão pela Europa, é, tal como o Sr. Hulot, alguém que não se adapta às regras da sociedade: separa-se frequentemente do grupo, para observar o que a rodeia, ou tirar fotografias a uma vendedora de flores; sente a falta de personalidade dos locais onde vai. Ela, que esperava ir a Paris para ver o Arco do Triunfo ou a Torre Eiffel, apenas consegue vê-los reflectidos nas portas da Feira das Indústrias onde o grupo excursionista a leva. Há falta de romantismo, de humanismo, no mar unificado de aço e vidro, e é disto que estes dois personagens, um par inesperado, se apercebem.

Contudo, esta sociedade é na verdade uma fachada, perde muitas vezes a compostura, mostrando que sob o verniz são seres humanos como Barbara e o Sr. Hulot. Um bom exemplo é a desastrosa abertura do The Royal Garden Nightclub.

Quarenta anos depois da sua realização, Playtime continua a ser extremamente actual, uma visão ainda válida sobre a forma como não são o consumismo e a homogeneização dos modos de vida que trazem a felicidade a um grupo de pessoas, mas pelo contrário, são as diferenças entre indivíduos que tornam uma sociedade naquilo que ela é, que a caracterizam.