A PINTURA ROMÂNICA
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PORTAL DA GLÓRIA: ESCULTURA
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S. PEDRO DE RATES E O ROMÂNICO PORTUGUÊS
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TÓPICOS GERAIS DA ARTE ROMÂNICA
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ARTE ISLÂMICA
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ISLAMISMO (GERAL)
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
terça-feira, 4 de maio de 2010
Ficha trabalho sobre arquitectura românica:
Acede aqui:
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segunda-feira, 11 de maio de 2009
CANTO GREGORIANO

A música foi desde sempre que a Humanidade existiu um elemento primordial nas actividades e celebrações religiosas. Ajuda os indivíduos a sentirem um clima especial, confere dignidade e magia aos actos litúrgicos. No cristianismo, a música e o canto também ajudam a proferir as orações. O canto gregoriano é precisamente isso, uma oração cantada, em que a palavra é superior à nota musical.
O Papa Gregório (na imagem ao lado) implementou o canto gregoriano no ritual cristão no séc. VI. O canto gregoriano é um género de música vocal monofónica, monódica (com uma só melodia), não acompanhada por música.
As características foram herdadas dos salmos judaicos, assim como dos modos (ou escalas, mais modernamente) gregos.
No teu Manual, na parte 2, tens nas páginas 82 e 83 mais informação sobre este tema, imagens e um mapa histórico com a difusão dos centros de ensino desta música na Europa medieval.
Experimenta pesquisar em sites sobre música medieval e canto gregoriano para conheceres melhor este género musical. Um site onde podes ouvir exemplos de canto gregoriano é:
http://www.christusrex.org/www2/cantgreg/cantos_selec.htmlhttp://www.christusrex.org/www2/cantgreg/cantos_selec.html
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
POWER POINTS ARTE ROMÂNICA
Acede aos sites com os power points das aula sobre arte e cultura românicas:
Arte paleocristã:
http://www.megaupload.com/?d=CVWDFVQW
Estilo triunfal:
http://www.megaupload.com/?d=VZO3FS4L
Portal da Glória (escultura):
http://www.megaupload.com/?d=N2R338T6
S. Pedro de Rates:
http://www.megaupload.com/?d=0798PADF
Tópicos do românico:
http://www.megaupload.com/?d=XCTSHTSU
Pintura românica:
Arte paleocristã:
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Portal da Glória (escultura):
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Tópicos do românico:
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Pintura românica:
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segunda-feira, 16 de março de 2009
NOVO: Visita cidades importantes na Idade Média
FAZ UMA VISITA VIRTUAL A ALGUMAS CIDADES DE DESTAQUE NA IDADE MÉDIA: VIAJA, SONHA E APRENDE...
ISTAMBUL: http://www.imagensviagens.com/istambul.htm
ASSIS: http://www.imagensviagens.com/assissi.htm
REIMS: http://www.imagensviagens.com/reims.htm
BRUGES: http://www..imagensviagens.com/brugge.htm
ROMA:http://www.imagensviagens.com/roma.htm
ROUEN: http://www.imagensviagens.com/rouen.htm
PARIS: http://www.imagensviagens.com/paris.htm
PRAGA: http://www.imagensviagens.com/praga.htm
VENEZA: http://www..imagensviagens.com/veneza.htm
ISTAMBUL: http://www.imagensviagens.com/istambul.htm
ASSIS: http://www.imagensviagens.com/assissi.htm
REIMS: http://www.imagensviagens.com/reims.htm
BRUGES: http://www..imagensviagens.com/brugge.htm
ROMA:http://www.imagensviagens.com/roma.htm
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PARIS: http://www.imagensviagens.com/paris.htm
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
ARTE PALEOCRISTÃ
Visita os sites sobre:
arte paleocristã e primeiros tempos do cristianismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_paleocrist%C3%A3
arquitectura e decoração
http://www.slideshare.net/Silent/arquitectura-paleocristiana
catacumbas cristãs em Roma
http://www.catacombe.roma.it/indice_br.html
arte paleocristã e primeiros tempos do cristianismo
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catacumbas cristãs em Roma
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terça-feira, 13 de maio de 2008
domingo, 11 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
ARTE ISLÂMICA: MESQUITA DE MÉRTOLA




Igreja de Nossa Senhora da Assunção de Mértola (Igreja Matriz)
A Igreja de Nossa Senhora da Assunção, em Mértola, encontra-se implantada em local elevado, destacando-se da envolvente urbana, numa zona que comprovadamente conheceu grande utilização ao longo dos séculos.
Alvo de interesse pela sua singularidade, a igreja apresenta vestígios de construções anteriores à ocupação árabe, como por exemplo, ainda do período do domínio romano quando Mértola floresceu sob a designação de Myrtilis.
Entre os séculos VIII ou IX o templo primitivo terá sido transformado em santuário muçulmano embora, pela sua tipologia arquitectónica e filiação estilística em templos marroquinos, a mesquita de Mértola não deva ser anterior à segunda metade do século XII, tendo em conta também que a presença almóada na Península se regista a partir de 1150. Em 1238, a vila foi reconquistada aos mouros por D. Sancho II que no ano seguinte a entregou à Ordem de Santiago, vindo esta a proceder à sua fortificação. Terá sido pois no século XIII que a antiga mesquita de Mértola passaria a ser adaptada a templo cristão, já sob o domínio dos cavaleiros espatários.
Alvo de interesse pela sua singularidade, a igreja apresenta vestígios de construções anteriores à ocupação árabe, como por exemplo, ainda do período do domínio romano quando Mértola floresceu sob a designação de Myrtilis.
Entre os séculos VIII ou IX o templo primitivo terá sido transformado em santuário muçulmano embora, pela sua tipologia arquitectónica e filiação estilística em templos marroquinos, a mesquita de Mértola não deva ser anterior à segunda metade do século XII, tendo em conta também que a presença almóada na Península se regista a partir de 1150. Em 1238, a vila foi reconquistada aos mouros por D. Sancho II que no ano seguinte a entregou à Ordem de Santiago, vindo esta a proceder à sua fortificação. Terá sido pois no século XIII que a antiga mesquita de Mértola passaria a ser adaptada a templo cristão, já sob o domínio dos cavaleiros espatários.
Com a reconquista, a mesquita de Mértola foi adaptada por mão-de-obra ainda desconhecida a templo cristão dedicado à Virgem Maria sofrendo, entretanto, intervenções pouco significativas. O templo cristão adoptou a evocação de Nossa Senhora da Assunção de entre ambas as águas, assim designado ainda nas Memórias Paroquias de 1758.
Uma das alterações mais importantes no templo, pelo seu significado simbólico, foi a construção do altar-mor no alçado nordeste e da porta principal que lhe ficou defronte, a sudoeste. A nova igreja manteve, no entanto, a planimetria quadrangular da mesquita, bem como os seus alçados, a sua divisão interna em cinco naves (com a central mais larga), seis tramos (um deles mais largo, descrevendo um “T” com a nave central) quatro portas estreitas de arco ultrapassado e a zona do mihrab ou nicho de oração islâmico, convertido em altar-mor.
Ao nível exterior, o edifício apresenta-se rodeado por contrafortes cilíndricos e coroado por merlões chanfrados e coruchéus cónicos, ao gosto o tardo-gótico alentejano, visível em inúmeras igrejas da região. O portal principal apresenta um perfil típico da Renascença, sendo sobrepujado um óculo. À direita destaca-se a torre sineira. No alçado sudeste destaca-se o perfil poligonal do antigo mihrab árabe.
No interior, as cinco naves são cobertas por abóbadas de cruzaria de ogivas que descarregam em colunas, enquanto que o tramo anterior à zona do altar-mor apresenta uma cobertura em abóbada estrelada exibindo, na chave central, o brasão dos Mascarenhas, por alusão ao comendador da vila que custeou grande parte da reforma deste templo. O edifício foi representado por Duarte de Armas (c. 1506), devidamente identificado enquanto antiga mesquita e ainda com cinco coberturas individuais de telhados de madeira à mesma altura.
A Igreja Matriz de Mértola apresenta uma expressão manuelina, resultante da transformação que sofreu em meados do século XVI. Porém conservou a estrutura do antigo edifício islâmico, datado da época almóada (século XII), bem como parte do seu mihrab. É ainda importante referir que o edifício incorpora vestígios de construções anteriores, nomeadamente da época romana, reaproveitados como material de construção (ex: fragmentos de mármore nos fustes que suportam a abóbada).
Uma das alterações mais importantes no templo, pelo seu significado simbólico, foi a construção do altar-mor no alçado nordeste e da porta principal que lhe ficou defronte, a sudoeste. A nova igreja manteve, no entanto, a planimetria quadrangular da mesquita, bem como os seus alçados, a sua divisão interna em cinco naves (com a central mais larga), seis tramos (um deles mais largo, descrevendo um “T” com a nave central) quatro portas estreitas de arco ultrapassado e a zona do mihrab ou nicho de oração islâmico, convertido em altar-mor.
Ao nível exterior, o edifício apresenta-se rodeado por contrafortes cilíndricos e coroado por merlões chanfrados e coruchéus cónicos, ao gosto o tardo-gótico alentejano, visível em inúmeras igrejas da região. O portal principal apresenta um perfil típico da Renascença, sendo sobrepujado um óculo. À direita destaca-se a torre sineira. No alçado sudeste destaca-se o perfil poligonal do antigo mihrab árabe.
No interior, as cinco naves são cobertas por abóbadas de cruzaria de ogivas que descarregam em colunas, enquanto que o tramo anterior à zona do altar-mor apresenta uma cobertura em abóbada estrelada exibindo, na chave central, o brasão dos Mascarenhas, por alusão ao comendador da vila que custeou grande parte da reforma deste templo. O edifício foi representado por Duarte de Armas (c. 1506), devidamente identificado enquanto antiga mesquita e ainda com cinco coberturas individuais de telhados de madeira à mesma altura.
A Igreja Matriz de Mértola apresenta uma expressão manuelina, resultante da transformação que sofreu em meados do século XVI. Porém conservou a estrutura do antigo edifício islâmico, datado da época almóada (século XII), bem como parte do seu mihrab. É ainda importante referir que o edifício incorpora vestígios de construções anteriores, nomeadamente da época romana, reaproveitados como material de construção (ex: fragmentos de mármore nos fustes que suportam a abóbada).
Desde 1238 que a Igreja tem vindo a ser alvo de sucessivas modificações e recuperações. No século XVII operaram-se diversas reformas no interior da igreja, como o entaipamento do espaço do mihrab e de portas, apeamento do coro alto de alvenaria e tijolo (que foi transferido para o alçado Sudoeste, sobre a porta principal e feito em madeira). A última intervenção, efectuada no século XX, levada a cabo pela DGEMN, empreendeu um vasto programa de obras de recuperação do edifício resultando na consolidação do templo, colocação de um telhado novo, substituição do pavimento degradado de madeira por um de pedra e tijoleira, demolição de anexos, da capela-mor e sacristia, entaipamento de janelões seiscentistas e setecentistas, desentaipamento do mihrab e das três portas de arco ultrapassado com alfiz, deslocação do altar-mor para a parede Sudeste.
A Igreja de Nossa Senhora da Assunção foi classificada de Monumento Nacional por decreto datado de 16 de Junho de 1910, publicado em Diário de Governo de 23 de Junho do mesmo ano.
O mihrab, conforme refere Cruz, surge no cruzamento da nave central com a transversal formando um recanto poligonal de cinco panos de excepcional execução técnica, coberto por uma abóbada em quarto de esfera. Apesar de se encontrar bastante mutilado, apresenta um alçado dividido em dois andares, sendo o inferior liso e o superior decorado com arcaturas cegas.
A decoração do andar superior é constituída por três arcos cegos polilobados com motivos serpentiformes que assentam em colunas adossadas ao centro de cada uma das faces, sendo rematado o nicho por uma cimalha moldurada pelo “cordão do infinito”. As colunas e os arcos destacam-se do plano de fundo cerca de 22 a 28 mm. Ainda nesse trabalho é referido que no andar superior surgem apontamentos de cor e vestígios de pintura a leite de cal. Na face esquerda, uma “legenda em letra gótica” e linhas de contorno de uma figura (incompleta) foram executadas sobre uma fina camada de cal (barramento a cal com a execução da legenda e do desenho a fresco - esgrafitos), enquanto na face direita surge, uma pintura com motivos geométricos realizada directamente sobre a superfície. Em ambos os registos pictóricos são bastante acentuadas as perdas de pigmentos, dificultando a sua leitura e interpretação. A estrutura e a decoração do mihrab, segundo os arabistas Torres Balbás e Christian Ewert, têm paralelismos com o da Mesquita de Almeria e sobretudo com os das mesquitas do Norte de África. A variedade de sobreposições e de composições, motivos geométricos e florais, que revestem o alçado do mihrab, reflectem a importância que esse espaço teve ao longo do tempo, bem como as múltiplas empreitadas levadas a cabo no interior da igreja.
A Igreja de Nossa Senhora da Assunção foi classificada de Monumento Nacional por decreto datado de 16 de Junho de 1910, publicado em Diário de Governo de 23 de Junho do mesmo ano.
O mihrab, conforme refere Cruz, surge no cruzamento da nave central com a transversal formando um recanto poligonal de cinco panos de excepcional execução técnica, coberto por uma abóbada em quarto de esfera. Apesar de se encontrar bastante mutilado, apresenta um alçado dividido em dois andares, sendo o inferior liso e o superior decorado com arcaturas cegas.
A decoração do andar superior é constituída por três arcos cegos polilobados com motivos serpentiformes que assentam em colunas adossadas ao centro de cada uma das faces, sendo rematado o nicho por uma cimalha moldurada pelo “cordão do infinito”. As colunas e os arcos destacam-se do plano de fundo cerca de 22 a 28 mm. Ainda nesse trabalho é referido que no andar superior surgem apontamentos de cor e vestígios de pintura a leite de cal. Na face esquerda, uma “legenda em letra gótica” e linhas de contorno de uma figura (incompleta) foram executadas sobre uma fina camada de cal (barramento a cal com a execução da legenda e do desenho a fresco - esgrafitos), enquanto na face direita surge, uma pintura com motivos geométricos realizada directamente sobre a superfície. Em ambos os registos pictóricos são bastante acentuadas as perdas de pigmentos, dificultando a sua leitura e interpretação. A estrutura e a decoração do mihrab, segundo os arabistas Torres Balbás e Christian Ewert, têm paralelismos com o da Mesquita de Almeria e sobretudo com os das mesquitas do Norte de África. A variedade de sobreposições e de composições, motivos geométricos e florais, que revestem o alçado do mihrab, reflectem a importância que esse espaço teve ao longo do tempo, bem como as múltiplas empreitadas levadas a cabo no interior da igreja.
Referências bibliográficas:
"A Igreja Matriz de Mértola", Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, 71, 1953.
Cruz, Maria João S. (coord.), Relatório da Intervenção de Conservação e Restauro dos Revestimentos Arquitectónicos do “mihrab” da Igreja Matriz de Mértola – Registo técnico, gráfico e fotográfico da intervenção, Janeiro-Março de 2005.
Macias, Santiago; Torres, Cláudio, A Mesquita de Mértola, Mértola, Campo Arqueológico de Mértola, 2002.
Veiga, Sebastião, Memórias das antiguidades de Mértola, edição fac-similada da de 1880, Lisboa - Mértola, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Câmara Municipal de Mértola, 1983.
"A Igreja Matriz de Mértola", Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, 71, 1953.
Cruz, Maria João S. (coord.), Relatório da Intervenção de Conservação e Restauro dos Revestimentos Arquitectónicos do “mihrab” da Igreja Matriz de Mértola – Registo técnico, gráfico e fotográfico da intervenção, Janeiro-Março de 2005.
Macias, Santiago; Torres, Cláudio, A Mesquita de Mértola, Mértola, Campo Arqueológico de Mértola, 2002.
Veiga, Sebastião, Memórias das antiguidades de Mértola, edição fac-similada da de 1880, Lisboa - Mértola, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Câmara Municipal de Mértola, 1983.
Publicações relacionadas :
Adriano, P.; Santos Silva, A., Caracterização de argamassas do período Romano e Árabe da Vila de Mértola, Relatório LNEC 200/06-NMM, 2006, 59 pp.
Adriano, P.; Santos Silva, A., Caracterização de argamassas do período Romano e Árabe da Vila de Mértola, Relatório LNEC 200/06-NMM, 2006, 59 pp.
Santos Silva, A.; Ricardo, J. M.; Salta, M.; Adriano, P.; Mirão, J.; Estêvão Candeias, A.; Macias, A., "Characterization of Roman mortars from the historical town of Mértola", in Heritage Weathering and Conservation, Fort, Alvarez de Buergo; Gomes-Heras, Vasquez-Calvo (eds.), Taylor & Francis, Madrid, 2006, Vol. I, pp. 85-90
LINKS:
TEXTO EXTRAÍDO DE : http://cathedral.lnec.pt/portugues/mertola.html
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quarta-feira, 30 de abril de 2008
CULTURA E ARTE ISLÂMICAS


DADOS ESSENCIAIS:
Os 5 pilares do Islamismo: Profissão de Fé, Oração, Tributo, Jejum, Peregrinação
Figuras centrais: Maomé, seus Companheiros, Casa de Maomé, Profetas do Islão
Textos e lei: Corão, Suna, Hadith, Biografias de Maomé, Xariá, Fatwa, Jurisprudência
Ramos do islão (povos): Sunitas, Xiitas, Kharijitas
As 3 Cidades sagradas: Meca, Medina, Jerusalém
Figuras centrais: Maomé, seus Companheiros, Casa de Maomé, Profetas do Islão
Textos e lei: Corão, Suna, Hadith, Biografias de Maomé, Xariá, Fatwa, Jurisprudência
Ramos do islão (povos): Sunitas, Xiitas, Kharijitas
As 3 Cidades sagradas: Meca, Medina, Jerusalém
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sábado, 19 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
NOVOS POWER POINTS 10º ANO (CULTURA DO MOSTEIRO)
CLICA AQUI PARA ACEDERES AOS NOVOS POWER POINTS SOBRE A CULTURA DO MOSTEIRO:
Alta Idade Média:
http://rapidshare.com/files/105125420/Arte_da_Alta_Idade_M_dia.pdf.html
S. Pedro de Rates e o Românico:
http://rapidshare.com/files/105127474/S_Pedro_Rates.ppt.html
Síntese sobre a arte românica:
http://rapidshare.com/files/105358722/t_picos_do_romanico.ppt.html
Escultura românica: pórtico da Glória:
http://rapidshare.com/files/111362036/portal_gloria.ppt.html
Pintura românica:
http://rapidshare.com/files/111362212/pintura_romanica.ppt.html
Alta Idade Média:
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S. Pedro de Rates e o Românico:
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Síntese sobre a arte românica:
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Escultura românica: pórtico da Glória:
http://rapidshare.com/files/111362036/portal_gloria.ppt.html
Pintura românica:
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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
O PRÉ-ROMÂNICO


A arte pré-românica não designa um estilo em particular, mas antes um período da arte ocidental que se inicia formalmente com a dinastia merovíngia, mas que pode retroceder já ao momento da queda do império romano do ocidente com as migrações dos povos germânicos para a Europa ocidental e meridional. De um modo geral, este período situa-se na passagem da antiguidade clássica tardia para o românico, pautando por uma absorção de diversas influências que resultam nas fusões inovadoras entre elementos clássicos mediterrânicos, cristãos e germânicos. Não se resume, por isso, a uma região específica, mas alastra-se por toda a Europa ao longo de um longo período temporal, destacando-se alguns linhas de produção artística própria como arte dos vickings, arte céltica, arte visigoda, arte mourisca, arte merovíngia, arte carolíngia, arte otoniana, etc. Migrações na Europa entre os séculos II e V: Visigodos, Vândalos, Lombardos, Godos, Ostrogodos, Anglos e Hunos. Sobre as "invasões" ver o link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Migrações_dos_povos_bárbaros
Existem outras vagas de migrações nos séculos VII a X: muçulmanas, normandas, eslavas e magiares.
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